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sábado, 21 de setembro de 2013

Desfavor explica: O Cú

Vi essa matéria muito interessante  no Desfavor e resolvi postar pra galera aqui,
Abraços!

DESFAVOR EXPLICA: CU.


Desde o nosso retorno eu tenho considerado o nível das postagens insatisfatório. Estava alto demais. Nada que não possa ser revertido agora mesmo. Desfavor Explica: Cu.
Cu, cientificamente conhecido com “ânus”, é o orifício localizado no final do intestino grosso por onde são eliminados gases e fezes. Não vou me estender, já que todo mundo tem cu e sabe muito bem qual é a definição, mas quero citar um pedacinho dos brilhantes conceitos da Wikipédia que só podem ter sido escrito por um troll: “Trata-se de uma abertura reguladora da saída das fezes, que são constantemente empurradas pela musculatura lisa do intestino. Localiza-se entre as nádegas, sendo um orifício de pequenas dimensões. Nas sociedades modernas, quando os homens defecam, geralmente limpam a região com papel higiênico. (…) Embora não seja a natureza do ânus, é costume de casais utilizarem este para fins sexuais, introduzindo o pênis, dedos, vibradores, entre outros.”. Ciência pura! Se você deixava seu filho entregar trabalhos escolares utilizando Wikipedia como fonte de pesquisa, pense duas vezes.
Sabemos quem é e onde fica, mas qual é a anatomia do cu? Bem, ao final do nosso intestino grosso temos o “reto”, um último segmento que leva as fezes para a porta de saída. Quando está quase chegando lá, muda de nome e passa a se chamar “canal anal”, abençoado com um músculo milagroso chamado “esfíncter”, que ao meu ver, tem função mais importante do que a do próprio coração, pois é graças a ele que não nos cagamos nas calças. O esfíncter é um músculo em formato anelado que permite que tranquemos nossos cus. Quando o cu pisca, é graças ao esfíncter. Temos dois: o esfíncter anal interno, que é o mais profundo e tem movimento involuntário (fibras musculares lisas) e o esfíncter anal externo, que é mais próximo da saída e nos permite movimentos voluntários (fibras musculares estriadas). Para não cagar, é o externo que devemos contrair. Porém, para cagar, é necessário que ambos estejam relaxados.
Dito isto, surgiu uma questão de relevância social: onde começa e onde termina o cu? Não soube responder e tive que entrar em contato com um médico, o mesmo que me assessorou no Desfavor Explica sobre merda e sobre peidos. Após muito debate e reflexão, concluímos que o cu não se limita ao canal anal, visto que este tem aproximadamente 3cm de comprimento. Um cu é mais do que isso. Quando a pessoa diz que deu o cu, ela tomou muito mais do que 3cm no rabo, concordam? Concluímos então que todo o reto pode ser considerado cu, quer dizer, abaixo da junção retossigmóide é cu. E é assim que cu será tratado nesta postagem.
O ânus é apenas a porta de saída do cu, uma espécie de portaria imunda. Quando o cu não está em uso, a porta permanece fechada pelo esfíncter. Quando aberto, o esfíncter tem o formato de anel e quando fechado, parece um olho. Daí a explicação para gírias como “anel de couro” ou “olho do cu”. A musculatura local, dependendo do ângulo, pode ter o formato de “pregas”, como se fossem diversos gomos circundando a saída. São as famosas pregas do cu, que perdem este formato se forem sucessivamente esgarçadas. Ao contrário do que diz a lenda popular, via de regra não é possível saber se uma pessoa fez sexo anal uma única vez analisando seu cu (a menos que seja pouco tempo depois). Se você deu seu rabo esporadicamente no passado, não tenha medo, dificilmente alguém saberá só de olhar. Para causar danos significativos é preciso a prática reiterada ou muito violenta. Não vou entrar em detalhes, mas quem quiser saber mais, procure se informar sobre a “flor do ânus”.
Apesar de ser elástico, o esfíncter tem um limite. Caso seu dono force além deste limite, o esfíncter pode sofrer fissuras ou até mesmo se romper. E não pense você que isso só acontece de fora para dentro, há casos onde se danifica o esfíncter de dentro para fora. Sim, você pode descolar suas pregas cagando um tolete enorme. Por isso, se for cagar e sentir que o tamanho da criança vai tirar lágrimas dos seus olhos, pense duas vezes. Talvez seja melhor tomar um laxante para transformá-lo em patê. Se tudo mais der errado, é possível colocar um esfíncter artificial cirurgicamente. Uma prega rasgada cicatriza relativamente rápido, o problema é ficar passando merda por cima de uma ferida aberta, os riscos são enormes.
Um cu (limpo) pode ter diversas colorações. Geralmente isso está ligado à etnia de seu dono. Pessoas muito brancas tendem a ter o cu rosa, pessoas mais morenas, marrom. Há ainda quem tenha o cu quase preto ou então avermelhado. Já ouvi relatos de cu roxo, mas não encontrei literatura médica sobre este tom, por isso deixo a questão em aberto. Você, Cueca, quer saber a cor do cu de uma mulher mas sente todo um constrangimento de abrir as bandas e olhar na cara de pau? Aqui vai uma dica: geralmente a cor do cu bate com a cor do mamilo. Pode falar, tem coisas que só o Desfavor faz por você…
A doença que mais acomete os cus de todo o mundo são as hemorróidas (externas ou internas). Estatísticas afirmam que pelo menos 80% das pessoas terão problemas com hemorróidas em algum momento da vida. E 79% omitirão ou negarão. O problema pode se manifestar pelo rompimento dos vasos quando você caga, o que se traduz em sangramento ou então pelo chamado “prolapso hemorroidário”, que ocorre quando sai aquela couve-flor de dentro do seu cu (a pele que deveria ficar na parte interna, se projeta para a parte externa). Em ambos os casos um médico deve ser consultado. Ah sim, gravidez frequentemente causa hemorróidas. Espero ter ajudado a conter a superpopulação mundial.
Você sabe limpar seu cu? Por exemplo, especialistas recomendam que só se use papel higiênico em situações emergenciais, como quando você caga fora de casa. Se cagar em casa, eles recomendam um “meio banho” (que porra de termo é esse?), ou seja, lave o cu no chuveiro ou tome um banho apenas na parte inferior. Faz sentido, se você pisa em merda no meio da rua, você lava a região com água e sabão ou apenas passa um papel higiênico? Sua merda é tão merda quanto a merda dos outros, depois de cagar favor lavar seu cu com água e sabão!
Médicos ainda ensinam COMO limpar seu cuzinho quando você não puder tomar seu banho pós-cagada: o papel higiênico não deve ser friccionado nem arrastado (pode danificar seu cu e até mesmo causar hemorróidas). O correto é passar o papel como um “mata-borrão”. Agora me diz, NAONDE que um cu fica limpo se você passar o papel assim? Recomendo apenas calcinhas e cuecas pretas para quem aderir, pois a freada de moto será inevitável. Para fechar, dizem que a melhor posição para cagar sem forçar muito o cu é com o corpo inclinado para frente. Cagar de cócoras é ruim para seu cu. Também recomendam que se beba muita água e uma dieta rica em fibras, para que o tolete saia macio.
Segundo os médicos, a população no geral não sabe lavar o cu. Muitas pessoas, mesmo quando tomam banho, lavam apenas as bandas, não abrem e lavam o furico de saída. Isso se agrava no caso dos homens que tem pêlos que podem reter pedaços de merda (as populares “badalhocas”). Não precisa enfiar o dedo até a próstata, mas o buraco de saída deve ser lavado. E por falar em enfiar, está chegando o ponto alto da postagem.
Não custa dizer o óbvio: não se deve enfiar no cu algo que não possa ser retirado posteriormente. Mas, a julgar pelos registros de ocorrências em pronto-socorro, acho importante dar esta recomendação. Tive acesso a registros médicos de um grande hospital público e tomei nota de alguns objetos curiosos que pessoas enfiaram em seus cus. Também fui informada que a maioria esmagadora destes pacientes eram homens e informaram ao médico que “escorregaram” e caíram em cima do objeto. Curioso alguém escorregar já com as calças arriadas, mas tudo bem. Acreditem vocês ou não, eu me dei ao trabalho de ler tudo, contabilizar e realizar uma estatística sobre esse tipo de evento.
O campeão absoluto aqui no Rio de Janeiro é desodorante. Isso mesmo, boa parte da população carioca enfia frascos de desodorante no cu, o ser humano é patético. O segundo colocado são legumes, vegetais, frutas e Cia (categoria que eu apelidei de “o cu vai á feira”), sendo, dentre eles, o mais popular a cenoura. Depois vem as garrafas (que podem ficar travadas se você enfiar o gargalo primeiro, por causa do vácuo), as velas, cabos de vassouras, salames e controles remotos. Os objetos mais curiosos foram comprimidos efervescentes de vitamina C, animais vivos (um hamster, um peixe e uma cobra), uma chupeta de criança e uma batedeira de cozinha.
O procedimento para tirar objetos do fiofó é feito com sedação, para relaxar o cu do paciente. O médico enfia a mão (às vezes, até a metade do braço) e pega o objeto. Porém, algumas mentes brilhantes enfiam coisas que não podem ser regatadas de forma manual e em casos raros é necessário uma cirurgia abdominal. Casos onde não foi possível a retirada manual: lâmpada de vidro (segundo relato do médico, havia chances de quebrar na retirada), bola de sinuca (na verdade, três, porque escorregavam e não podiam ser seguradas). O conselhos dos médicos (e chegou a ser feita uma cartilha pelo Ministério da Saúde dizendo isso há alguns anos) é que se for enfiar algo no rabo, enfie uma banana verde, já que a banana verde é firme o suficiente para isso e se ficar presa lá, basta esperar amadurecer que ela amolece e você a caga. Além de tudo, é barato e não perfura. Deve ser um orgulho ser brasileiro!
Existem outras formas de danificar seu cu que não enfiando objetos. Por exemplo, passar muitas horas do dia sentado. Porém, uma das formas mais perigosas e arriscadas é levantar muito peso, seja por halterofilismo, seja ajudando aquele seu amigo a carregar um sofá na mudança. Ao fazer um esforço excessivo, pode acontecer o chamado “prolapso explosivo”, ou seja, você caga a si mesmo cu afora. O esforço faz com que alguns dos seus órgãos sejam empurrados para baixo, rasgando o cu (e às vezes as calças junto). Não, eu não estou te trollando. Eu não recomendo, mas se você quiser visualizar a cena, clique aqui.
Você sabe usar seu cu? Algumas pessoas maltratam seus cus. Por exemplo, prender a merda quando se está com vontade de cagar não é bacana com seu cu. Quando a porção final do seu intestino está cheia (de merda), as terminações nervosas localizadas na parede do intestino enviam um sinal que é transmitido a você como vontade de cagar. Muitas pessoas tem relutância em cagar fora de casa, então, elas prendem. Só que a gente apenas consegue prender através do esfíncter anal externo, pois seu esfíncter anal interno não quer nem saber se você está na casa do seu namorado, no que bateu a lotação máxima do intestino, ele relaxa. Ou seja, apenas um esfíncter separa a merda do mundo aqui fora, se algo der errado, não tem plano B. Com o relaxamento do esfíncter anal interno, o reto todo se enche de merda, ocasião na qual sentimos o cocô “na portinha”.
O reto não foi feito para ficar abarrotado de merda, é apenas um corredor de passagem. Não é prudente manter o reto cheio por muito tempo. Se você continuar ignorando, a vontade de cagar passa, mas saiba que não vai demorar muito para ela se manifestar novamente, e quando ela voltar, será dramática, pois o esfíncter anal interno já terá sido ultrapassado. Por isso a segunda vontade de cagar é ainda mais violenta.
Fica fácil perceber que na maior parte do tempo o reto (e já concordamos que o cu se estende até o reto) não contem merda. Porém, quando o organismo dá o alerta da vontade de cagar, o traiçoeiro esfíncter anal interno se abre sem aviso, contra a nossa vontade. Isso pode ser bastante constrangedor se ocorrer durante a prática de sexo anal. Aliás, esta é uma das razões pelas quais se diz que não deve ser realizado sexo anal com vontade de cagar: o reto estará cheio de merda. Médicos condenam a lavagem da região enfiando chuveirinhos e coisas do tipo, pois entendem ser nocivo para o cu. Seria o caso de ponderar e pensar quem se pretende prejudicar: o pau ou o cu, porque nessa disputa de lava/não lava um dos dois vai se foder.
Pasmem, existe gente que nasce sem cu. É um problema chamado “ânus imperfurado”. Nesses casos é necessária uma cirurgia para abrir um buraco de cu artificial para a pessoa. Mas não é tão simples como parece, uma vez que nosso corpo tende a cicatrizar qualquer buraco artificialmente aberto. Podem ser necessárias “dilatações periódicas”, vou poupá-los dos detalhes.
O cu pode ter câncer, como já foi imortalizado pelo Poeta Eterno da República Impopular do Desfavor, Rogério Skylab, em sua múscia “Câncer no cu”, uma singela homenagem a Ana Maria Braga e Mario Covas. O câncer no cu se manifesta inicialmente com um “desconforto anal”. Não me pergunte o que é um desconforto anal, porque eu sinceramente não sei. Pode ser acompanhado de sangramentos ou dor. A forma de diagnóstico é um exame chamado “toque retal”. O tratamento pode ser desagradável, pois em alguns casos cirúrgicos a pessoa pode ter que retirar algum trecho do intestino e cagar para sempre em uma bolsinha ou realizar radioterapia no cu. Radioterapia provoca queimaduras desagradáveis. Os riscos de câncer no cu aumentam em portadores de HPV, HIV, praticantes de sexo anal e fumantes.
O cu pode se aposentar para sempre em alguns casos de colostomia. A colostomia consiste na exteriorização do intestino grosso através da parede abdominal, ou seja, fazem um furinho na sua barriga e colocam uma espécie de dreno com uma bolsinha. Você “caga” pela barriga. Ela pode ser provisória ou para sempre. Cabe aqui o relato de um médico que, quando foi fechar o buraquinho na barriga de uma senhora submetida á colostomia temporária, viu a paciente se debulhando em lágrimas pedindo para que ele não o fizesse, alegando que “Este buraquinho salvou meu casamento!”. O ser humano é fascinante.
Uma curiosidade: nosso ânus é a parte do corpo com maior poder de cicatrização (em segundo lugar fica a boca). É um mal necessário, pois muitas vezes cagamos toletes que, além de nos levar às lágrimas, causam micro-fissuras. Por uma questão de sobrevivência, o corpo humano criou mecanismos para cicatrização rápida, afinal, não é bacana ter feridas abertas em um lugar onde passa merda o tempo todo.
Ao contrário do que muitos dizem, o cu dói. Tem terminações nervosas. Dor no cu é algo bastante irritante, tanto é que os americanos usam esta expressão (“pain in the ass”) para definir algo insuportável. Em alguns casos a dor no cu pode se apresentar de forma contínua, ininterrupta. Existem doenças com nomes bem engraçados (como por exemplo a “Síndrome do elevador do ânus”) que causam esta dor constante. Se o seu cu dói, procure um médico. Muitas vezes a dor não tem qualquer relação com o fato de cagar nem de dar o cu, o cu apenas está doente. Fica a dica.
Para finalizar, uma valiosa lição que aprendi em minhas aulas de defesa pessoal: nada dói mais do que um bom chute do cu. Seja em homem ou em mulher, se você mirar bem e chutar de bico, a pessoa pode chegar inclusive a desmaiar de dor. Plus: o fator surpresa. Porque nenhum ser humano normal espera ser chutado no cu. As pessoas defendem a cara, o saco… mas deixam o cu descoberto na hora da briga. Dica do meu professor: se o cu da pessoa não parece acessível, dê um pisão no pé dela, que, por instinto, vai retrair a perna. Aproveite estes segundos de fragilidade e sente o coice no cu. Se pegar em cheio a pessoa desmaia, se pegar mais ou menos, ela cai no chão de dor.

sábado, 18 de maio de 2013

domingo, 28 de abril de 2013

Cristiane Carvalho - Dai Louvor ao Senhor

Louvor de 1998, versao de uma musica da cantora amy grant - faixa 06 - SING YOUR PRAISE TO THE LORD, do aclamado LP age to Age, de 1982.
inedita no Youtube
abraços!
nata

domingo, 3 de março de 2013

Os 10 homens mais altos da história

Mas ser alto demais tem vários inconvenientes. Infelizmente, todos sofriam de algum problema de saúde, o que não permitiu que levassem uma vida normal. Conheça os 10 homens mais altos do mundo.


10. Brahim Takioullah (2 m 46 cm)
Takioullah nasceu em Marrocos, em 1982, e seu tamanho é o resultado de um tumor que afeta a glândula pituitária.




9. Don Koehler (2 m 49 cm)
Foi o homem mais alto do mundo a partir de 1969, até sua morte, em 1981.


8. Vikas Uppal (2 m 51 cm)
Não se sabe muito sobre a curta vida do gigante indiano Vikas Uppal. Mas, apesar de não ser reconhecido pelo Guinness, sabe-se que ele cresceu até seus últimos dias. Ele morreu em 30 de junho de 2007, quando os médicos tentava, sem sucesso, remover um tumor do seu cérebro.


7. Bernard Coyne (2 m 49 cm)
Bernard sofria de gigantismo infantil, que é uma condição extremamente rara. Ele nasceu em 1897 e morreu em 1921.


6. Sultan Kösen (2 m 51 cm)
Sultan tinha crescimento normal até os 10 anos, mas afetado por um tumor na glândula pituitária, ele começou a crescer muito. Em 2010, ele foi submetido a cirurgias para remover o tumor. Em 2012, foi confirmado que ele finalmente parou de crescer.



5. Edouard Beaupré (2 m 51 cm)
Edouard nasceu no Canadá, em 1881. Quando completou 21 anos, juntou-se a um circo como uma aberração. Ele morreu em 1904 depois de contrair tuberculose.



4. Väinö Myllyrinne (2 m 51 cm)
Nascido em 1909, na Finlândia, Myllyrinne e morreu em 1963. Ele chegou a servir as Forças Armadas da Finlândia e é considerado o mais alto soldado da história. Myllyrinne sofria de acromegalia, o que leva ao gigantismo e crescimento anormal.


3. John F. Carroll (2 m 63 cm)
Nascido em 1932, em Nova York, Carroll sofria de acromegalia. Ele morreu em 1968.



2. John Rogan (2 m 67 cm)
Rogan é o segundo homem mais alto da história. Nascido no Tennessee, EUA, em 1868, ele começou a crescer rapidamente a partir dos 13 anos. Seu tamanho levou a sofrer de ancilose grave, uma condição que deixa as articulações rígidas devido à inflamação. Isso fez com que ficar de pé se tornasse uma atividade extremamente difícil. Em 1905, ele morreu de complicações devido à doença e foi enterrado sob uma camada de concreto para impedir que cientistas curiosos desenterrassem seu corpo.



1. Robert Wadlow (2 m 72 cm)
Robert Wadlow ficou conhecido como “O Gigante de Illinois”. Ele nasceu em 1918 e morreu em 1940. Robert sofria de hipertrofia da glândula pituitária, levando-o a produzir grandes quantidades de hormônio de crescimento. Ele sofria de uma série de doenças, devido à sua condição incomum. Ele tinha dificuldade para se mover por causa dos seus ossos quebradiços e precisou usar moletas até o fim da vida.

Super Heróis de mentira em cenas históricas reais.


O ilustrador indonésio Harahap Agan recriou cenários reais incrementando-os com imagens de super heróis famosos. A coleção chamada por ele de “SUPER HERO” conta com imagens históricas reais de acontecimentos do passado. O trabalho de Harahap ficou magnífico! Se as aulas de história na minha época fossem assim seriam incrivelmente mais interessantes! Veja mais 6 fotografias após o jump.







Para ver mais imagens do trabalho de Harahap visite seu Flickr neste link.
[Via GAS]

A maior mentira humana que durou 18 anos

  • Uma história digna de um excelente roteiro de cinema



Este post conta uma história triste e trágica sobre um dos assassinos mais famosos da França: Jean-Claude Romand, um homem que viveu 18 anos levando uma vida dupla construída sobre a base de uma cadeia de mentiras. Sua história é tão rocambolesca que dificilmente seria imaginada por um autor de ficção.

Em seu segundo ano na faculdade de medicina, Romand perdeu um dos exames finais e começou a inventar uma mentira que terminaria por se constituir em sua vida real.

Não deixe de ler essa matéria, é uma história tão absurda que vai te deixar chocado.


  • Começo do fim


Na manhã de segunda-feira, 11 janeiro de 1993, uma tragédia atingiu a cidade francesa de Prévessin-Moëns, perto da fronteira suíça. A casa de Jean-Claude Romand tinha pegado fogo e sua esposa e filhos morreram no incêndio. Jean-Claude foi encontrado inconsciente e levado às pressas para o hospital mais próximo. Membro muito respeitado da comunidade local, ele era um pesquisador da Organização Mundial de Saúde em Genebra, e tinha participação ativa no funcionamento do conselho escolar local.

Casa incendiada de Jean

O que a princípio parecia ser um trágico acidente tomou um rumo para o pior quando descobriram que sua esposa e filhos tinham sido mortos antes do fogo: Jean-Claude atirou em seus dois filhos e bateu em sua esposa até a morte.



  • Infância


Jean-Claude Romand, nascido em 11 de fevereiro de 1954 em família tradicional, foi educado como uma criança talentosa e inteligente. Era muito amado pelos pais, que não mediam esforços para fazer tudo o que o garoto desejasse, era mimado e elogiado em todos os sentidos, o que posteriormente levou à formação de um transtorno mental, o "narcisismo", que ocorre tanto devido ao excesso, quanto a falta de amor na infância.

Jean-Claude logo começou a se sentir diferente e superior as outras pessoas e tudo isso foi agravado pelo excesso de cuidado parentaal. Como resultado, ele cresceu, sentindo-se como o centro do universo, e acreditava na sua genialidade.

Em sua juventude, certa manhã quando estudava na Faculdade de Medicina, sem saber explicar o porquê, ele faltou a importantes exames finais. Naquele dia, decidiu ficar na cama sem nada fazer. Até hoje ele não sabe o porque tomou esta decisão naquele dia.

  • A mentira


Romand sabia que, mesmo com o conhecimento em medicina, ele não podia se tornar um médico de pleno direito sem um diploma. Mas com medo de decepcionar os pais que o idolatravam como um "garoto de ouro", no terceiro dia após aqueles exames, como se nada tivesse acontecido, foi para a faculdade. Desde aquele dia sua vida mudou dramaticamente. Escondeu dos colegas que faltara à prova e que já não fazia mais parte do curso. Continuou a freqüentar as aulas, "formou-se" e alardeou ter arrumado um ótimo emprego.

Quando ainda era um estudante Romand conheceu a encantadora Florence Kroled. Algum tempo depois eles se casaram. A partir do momento que se tornou um homem de família, Jean-Claude ia todos os dias "ao trabalho" e se comportava como um especialista altamente qualificado. A imagem de um médico bem sucedido e brilhante passou a ser firmemente relacionada à sua consciência, e ele magistralmente desempenhava esse papel. Ele precisava não apenas representar suas atividades senão também viver uma vida imaginária de sucesso.

Em 1983, ele se mudou para sua própria casa na periferia da França, perto da fronteira com a Suíça, onde estaria mais perto de seu "novo trabalho". Desta vez Jean-Claude inventara para a feliz esposa que havia conseguiu um emprego na Organização Mundial de Saúde (OMS), baseada na Suíça.

A partir dali, todas as manhãs, beijava a família e saía para trabalhar. Desse momento até retornar para casa, Romand existia em seu limbo secreto. Às vezes, atravessava mesmo a fronteira e entrava, como visitante, na OMS, onde assistia palestras ou recolhia impressos gratuitos que largava providencialmente no banco de trás do carro. Noutros dias, parava num acostamento qualquer e ali ficava horas lendo publicações médicas, comendo sanduíches ou cochilando. Romand recomendara a sua esposa para nunca ligá-lo, mas apenas enviar mensagens para um pager. Cada vez que dizia fazer uma "viagem de negócios", na verdade implicava ficar em um hotel perto do aeroporto e comprava lembrancinhas da loja do aeroporto para levar para casa.

Jean-Claude e Florence tiveram dois filhos. Carolina em 1985, e Antoine na 87. Tinham status da família exemplar e muitos de seus vizinhos tinham inveja daquela família feliz. Florence amava o marido e confiava cegamente nele. Romand certa vez levou seus filhos para a frente do prédio da OMS e apontou para a janela onde supostamente trabalhava.

Ele nunca levou uma amigo de trabalho em sua casa, claro, ele dizia preferir manter sua vida privada e profissional em separado. Quando questionado sobre o seu trabalho, sempre fingia modéstia. Sua esposa brincou certa vez dizendo que um dia ela iria descobrir que ele era um espião comunista.

Mas a vida aparentemente feliz de Jean-Claude Romand adquiriu um caráter sinistro. Seu estado emocional se agravava a cada dia. Era extremamente deprimente ser obrigado a mentir para sua esposa e filhos durante as 24 horas do dia. A paranóia causada pelas mentiras constantes, não deixava-o viver uma vida normal. Ele sabia que a cada telefonema, qualquer chance podia arruinar seu mistério perfeito. Que no fim sua sorte iria mudar.

Pois foi isso o que aconteceu depois que conheceu a mulher com quem teve um breve romance. Jean-Claude não tinha idéia de que esse relacionamento se transformaria em um fator chave para sua detecção.

  • Mentiras e dinheiro


Nesse momento todos já devem estar se perguntando como Romand vivia já que para ter aquele status precisava de muito dinheiro. Ele desenvolveu um plano ardiloso, que, como era natural, estava associado com um blefe permanente.

Explicando seu trabalho na Suíça, Jean-Claude dizia aos pais, sogros, outros parentes e até amigos que como funcionário da OMS, tinha direito a investimentos especiais em bancos suíços, e que podia abrir uma conta com taxas muito favoráveis.

Muitos caíram no golpe e deram todas suas economias para ele, que desta forma sustentava um estilo de vida compatível com o de um cientista que tem na agenda encontros com ministros.



  • A ruína


O cerco começou a se fechar. Suas mentiras começaram a alcançá-lo. Primeiro, em 1988, seu sogro quis retirar uma parte do dinheiro investido. Algumas semanas mais tarde, morreu em um acidente, cuja única testemunha foi Jean-Claude. Embora nunca tenha sido provado que ele foi o responsável, a morte foi extremamente conveniente. Sua sogra decidiu que ela não precisava mais morar em uma casa tão grande, vendeu-a e se mudou para um apartamento menor, deixando Jean-Claude cuidando do dinheiro restante. Quatro anos mais tarde foi a vez de sua amante que pediu a devolução do dinheiro que tinha investido, um total de 900 000 francos. No mesmo ano, um amigo conseguiu a lista de números de telefone do pessoal da OMS e estranhou não encontrar o nome de Jean-Claude nela.

  • Decisão fatal


Seu estado psicológico estava à beira de um colapso. A ex-amante passou a perseguí-lo exigindo que devolvesse seu dinheiro. Não importava como ele tentasse agir, tudo caminhava para a sua exposição, até que entendeu claramente que não conseguiria mais manter aquele rede de mentiras e neste momento um pensamento assustador passou por sua cabeça. Jean-Claude começou a acreditar que a morte de todos os seus parentes seria a melhor solução.

Na quarta-feira, 6 de janeiro de 1993, Jean-Claude foi para a cidade de Leon e fez uma retirada de sua conta bancária. Ao longo do caminho, em um momento de lucidez, repensou seu plano e deu os 500 francos para um mendigo, mas logo se arrependeu, voltou, fez nova retirada e foi até uma loja de armas onde comprou uma pistola com um silenciador e duas latas de gás. Pediu que sua compra fosse embalada para presente.

Dois dias depois, como se nada tivesse acontecido, Jean-Claude e a família foram fazer compras para comemorar o aniversário de Antoine. Naquela noite, quando as crianças estavam dormindo em suas camas, Jean-Claude esmagou o crânio de sua esposa a bordoadas. Calmamente acordou na manhã seguinte, disse para os filhos que a mãe estava indisposta e fez o café para as crianças, que jamais podiam imaginar que a mãe estava morta no quarto.

Depois do lanche, assistiu TV com eles, antes de colocá-los na cama novamente. Assim que dormiram, Jean-Claude deu um tiro em cada um com a pistola que havia comprado. Depois saiu e começou a caminhar nos lugares onde ele ia habitualmente com sua família. Jean-Claude mostrava a calma de sempre para não levantar suspeitas.

Mas este ainda não era o fim do banho de sangue. Depois do almoço, ele pegou seu carro e foi até a casa dos pais. Se confraternizaram com grande alegria e após o jantar Jean-Claude atirou nos dois.

Ele, então, marcou um encontro com sua amante. Sob o pretexto de que estavam indo jantar, Romand levou-a para uma estrada deserta, onde provocou um falso problema no carro e pediu a ela que descesse. Ele atacou a mulher e tentou estrangulá-la, mas encontrou uma forte resistência. Ao ver que não lograria matá-la, ele a soltou de repente, pediu desculpas, levou para casa, e depois foi para sua casa, onde sua família estava morta.

Sentado na sala de estar, Jean-Claude assistiu TV até tarde da noite quando então ateou fogo à casa, tomou um vidro inteiro de barbitúricos e se deitou para morrer.

  • O fim da mentira


Em 18 de janeiro de 1993 Jean-Claude Romand foi preso pelo massacre de toda sua família. Em 1996 ele foi acusado e condenado à prisão perpétua sem direito a pedir indulto antes de 2015. Agora que já cumpriu 18 anos de sua prisão os agentes penitenciários falam dele como um diligente e disciplinada prisioneiro que realmente lamenta suas ações, mas que condenado a viver, finalmente se sente aliviado pelo fardo dos 18 anos de mentiras.

Em 1993, após a prisão de Jean-Claude, a polícia encontrou seu BMW, a uma distância de uma milha da casa queimada, com um bilhete de Romand no porta-luvas:

"Acidente ou injustiça pode levar à insanidade."
A história de Jean-Claude Romand se tornou um livro, L'Adversaire (O adversário) pelas mãos do afamado escritor francês Emmanuel Carrère em 2000. Posteriormente, em 2002, a história foi levada ao cinema, com direção de Nicole Garcia com nome homônimo ao livro

A história inacreditável do pior avô do mundo

  • Você acha que sua família é problemática, conheça então essa família




  • O que você seria capaz de fazer se soubesse que um parente próximo (irmão, mãe, filho) foi seqüestrado? Provavelmente, a maioria de nós faríamos o impossível para resgatá-lo, estou certo?

    Mas, há quem fuja dos parâmetros mesmo em situações como esta, como aconteceu com Jean Paul Getty, um empresário estadunidense multimilionário dono da companhia Getty Oil.

    Tudo aconteceu em 10 de julho de 1973, quando Jean Paul Getty III, de 16 anos, filho de Paul Getty II e da atriz Gail Harris, que haviam se separado há pouco, foi sequestrado em Roma, onde vivia com sua mãe. Quatro meses depois de seu sumiço, a família recebeu uma carta com uma mecha de cabelo e uma orelha amputada de Jean Paul III; os sequestradores pediam 17 milhões de dólares para soltá-lo.

    - "Arrume o dinheiro em Londres", disse um dos captores a sua mãe por meio de uma chamada telefônica, referindo-se a seu pai e, por suposto, ao avô multimilionário.



    A princípio tudo era meio confuso, as investigações policiais não indicavam nada conclusivo e, Jean Paul, tinha uma vida desregrada, estilo riquinho rebelde arruaceiro, que fazia com que a maioria dos familiares duvidassem sobre a veracidade do seqüestro: foi expulso de sete escolas; foi preso por carregar uma bomba molotov durante uma manifestação e, até, havia posado nu de maneira erótica, todo um escândalo para os Getty.

    Exatamente por estes fatos, em princípio não deram muita importância às primeiras mensagens dos seqüestradores. Junte-se ao fato de que o avô não era necessariamente conhecido por ser mão aberta.

    Getty caracterizava-se por ser um homem excêntrico, mulherengo, intratável e avarento, pois nenhum membro da família conseguia receber um centavo do sovina. Inclusive, a mídia dizia que, em sua própria casa havia uma cabine telefônica para cobrar por cada chamada que qualquer um dos parentes fizesse.

    Sua avareza levou-o a não querer pagar os milhões solicitados pela vida do neto, dizendo que tinha outros 14 e que, se aceitasse aquela chantagem, teria que se sujeitar a outros 14 netos sequestrados.

    Para piorar a situação, a relação de Jean Paul II, o falido playboy pai do sequestrado, com o patriarca da família era bem tensa, de modo que esse foi um ponto que não favoreceu em nada o jovem de 16 anos.

    - "Não vou pagar nada, nem ceder a chantagem", era a única resposta que os seqüestradores recebiam, até que mandaram a orelha e a polícia recomendou que negociassem o pagamento.

    O multimilionário Getty disse que só estava disposto a dar 2.2 milhões de dólares, quantidade que seus assessores financeiros haviam recomendado; pois era o montante máximo pelo qual poderia se beneficiar nas reduções fiscais, quando fosse o tempo de pagar os impostos.

    Ao final, depois de muita choradeira de Getty II, o milionário cedeu o empréstimo de 2.9 milhões de dólares, com a condição de que esse valor era só um empréstimo que deveria ser devolvido por completo com 4 por cento de juros ao ano.


    Um mês depois, em 15 de dezembro de 1973, o resgate de Jean Paul III foi pago, que de imediato foi liberado no sul da Itália.

    Após a amarga experiência, tratou de agradecer seu avô, mas este não quis vê-lo e recusou se até mesmo a atender telefonemas do neto; enquanto, seu pai tentava pagar sua dívida.

    Paul Getty casou-se com a fotógrafa Martine Zacher, relação que o avô fdp não concordava; inclusive, esse foi o motivo para deserdá-lo. Mas não foi ao único, o filho, Jean Paul II, também não foi incluído em seu testamento por não honrar a dívida.


    Getty III mudou-se para Nova Iorque, onde conheceu os artistas do The Factory, isto é, Andy Warhol e seus amigos. Depois mudou-se para Los Angeles, mas já tinha problemas com o álcool e drogas, o que o levou, em 1981, a uma overdose que o deixou tetraplégico, cego de um olho e sem possibilidade alguma de falar.

    Quando isto aconteceu, sua mãe e ele processaram o velho Getty para que assumisse as despesas médicas, algo em torno de 25 mil dólares ao mês.

    Mas, ele não aceitou pagar nem um centavo, preferindo fazer doações de até 150 mil dólares a fundações culturais. Alegava que nunca recebeu o dinheiro do empréstimo e que assim o neto já havia levado o seu quinhão com o dinheiro do sequestro.

    Passaram se os anos e Getty III nunca conseguiu receber nem mais um tostão do Avô e teve que se arranjar até sua morte em 5 de fevereiro do ano passado (2011), quando tinha 54 anos.